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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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A ilha do Alasca que irá desaparecer em 2025

Mäyjo, 16.03.17

kivalina_a  

Kivalina, a aldeia ameaçada

 

Foto: ShoreZone / Creative Commons

Os organismos mais velhos do Planeta

Mäyjo, 15.03.17

Rachel Sussman é uma fotógrafa de Brooklyn que percorre o mundo à procura dos mais velhos organismos vivos do planeta, alguns com mais de 2.000 anos. O objectivo é fotografar estes organismos antes que desapareçam da face da terra.

 

As fotografias de Sussman estão compiladas em livro – The Oldest Living Things in the World – e pode-se observar árvores, líquenes, musgos e outras plantas estranhas que raramente são vistas. Estas formas de vida milenares foram encontradas em locais isolados como a Antárctida, Gronelândia, Namíbia e o deserto de Atacama, no Chile, onde Sussman encontrou um organismo com 3.000 chamado La Yareta, uma espécie de bolbo gigante verde.

Para o projecto fotográfico, Sussman colaborou com uma equipa de biólogos que a ajudaram a identificar os organismos. A fotógrafa começou a sua investigação visual num “ano zero”, fotografando o passado no presente.

Na Gronelândia, por exemplo, a fotógrafa encontrou líquenes que apenas crescem um centímetro por século. Na Austrália fotografou estromatólitos, organismos pré-históricos ligados à oxigenação das plantas e aos primórdios da vida na Terra. O seu trabalho é uma revelação perspicaz que retrata a história do planeta através de algumas das formas de vida mais antigas, antes que desapareçam.

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1.Estromatólito (Austrália) – entre 2.000 a 3.000 anos8

2.Floresta de Alerce (Chile)

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3.Welwitschia (Namíbia) – 2.000 anos

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4.Coral Cérebro (Tobago) – 2.000 anos

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5.Lomatia Tasmanica (Tasmânia, Austrália) – 43.600 anos16

6.Armillaria (Oregon, EUA) – 2.400 anos

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7.Pando (Utah, Estados Unidos) – 80.000 anos2

8.Yareta (deserto de Atacama, Chile) – mais de 3.000 anos3

9.Pinheiro Bristlecome (Califórnia, EUA)

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10.Lagarostromos (Tasmânia, Austrália) – 10.500 anos5

11.Musgo da Antárctida (Antárctida) – 5.500 anos6

12.Carvalho de Palmer (Califórnia, EUA) – 13.000 anos7

13.Árvore do Senador (Florida, EUA) – 3.500 anos

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14.Cedro japonês (Japão) – 2.180 a 7.000 anos

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15.Floresta subterrânea (África do Sul) – Desaparecida

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16.Líquen (Gronelândia, Dinamarca) – 3.000 anos

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17.Faia da Antárctida (Austrália) – 6.000 anos

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18.Eucalipto raro (Austrália) – 13.000 anos

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19.Boabab de Segole (África do Sul) – 2.000 anos

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20.Amostra de solo com actinobactéria da Sibéria – 400.000 a 600.000 anos

 

OITO QUILÓMETROS DE CICLOVIA SERÃO CONSTRUÍDOS EM 2017 JUNTO AO RIO ARDA, EM AROUCA

Mäyjo, 14.03.17

ciclovia

Dois milhões de euros serão investidos pelo município de Arouca na criação de uma ciclovia que irá ligar o centro histórico da vila a várias freguesias que ficam lado a lado com o rio Arda.

 

Com oito quilómetros de comprimento e 2,5 metros de largura, a nova ciclovia irá ligar Arouca, Santa Eulália, Urrô, Várzea, Rossas e Tropeço, numa infra-estrutura que permitirá a circulação simultânea de velocípedes e peões.

Financiado em cerca de 85% por fundos comunitários, este investimento do município de Arouca irá contemplar igualmente a limpeza das margens do rio Arda, bem como a reabilitação de regadios tradicionais, moinhos e azenhas de azeite.

Com início previsto para meados de 2017, e com a data de conclusão estimada no decorrer de 2018, José Artur Neves, presidente da autarquia de Arouca, acredita que a nova ciclovia, bem como o restante projecto, será “bem aceite pela população local, já que, além de valorizar as margens do rio, é um incentivo a hábitos de vida mais saudáveis”.

Também com o objetivo de incentivar hábitos de mobilidade alternativa desde tenra idade, a nova ciclovia passará à porta das escolas da localidade, que assim poderão crescer com hábitos mais conscientes no futuro, ao mesmo tempo que no presente se evita a presença de automóveis a emitir CO2 no centro da vila.

Foto: Christyam de Lima / via Creative Commons

 

O QUE SÃO PLANTAS AUTÓCTONES? E QUAIS AS VANTAGENS QUE TÊM NA BIODIVERSIDADE?

Mäyjo, 13.03.17

plantas-autoctones

A flora nativa de Portugal, também conhecida como autóctone, é composta por uma grande variedade de árvores e arbustos, bem como por muitas outras plantas. Entre as árvores mais frequentes podemos encontrar o carvalho, a azinheira, o sobreiro, o salgueiro e tantos outros. Há ainda arbustos típicos como a aroeira, o medronheiro, o rosmaninho, ou o alecrim, entre outros.

 

Se tem um jardim, horta ou pedaço de terreno florestal disponível, saiba que usar plantas autóctones nas próximas plantações ou sementeiras que fizer, já que esta prática contribui de forma significativa para uma maior sustentabilidade.

Isto porque estas plantas estão mais adaptadas às condições do solo e do clima do nosso território são mais resistentes a pragas e a doenças, bem como a longos períodos de seca. Desta forma não precisam de tanta manutenção nem de cuidados especiais.

Descubra mais sobre os benefícios das plantas autóctones neste vídeo do Minuto Verde, da associação Quercus.

O Minuto Verde é uma rubrica produzida pela Quercus e emitida aos dias úteis na RTP.

Foto: via Creative Commons

 

 

Come-se carne demais!

Mäyjo, 12.03.17

 

Insistimos que é urgente e importante que as pessoas entendam que se come carne e proteína de origem animal demais. Em Portugal, e em muitos outros países, sobretudo da Europa, América e Oceania.  Os efeitos deste excesso são nefastos, não só para a saúde, mas também para o ambiente, já para não falar no bem-estar animal, como várias vezes aqui se falou. Procurem saber, não vale enfiar a cabeça na areia!

Imagem daqui
A maior longevidade de vegetarianos e sobretudo de veganos, prova que não é necessário comer carne, peixe e alimentos de origem animal, desde que o regime alimentar seja equilibrado.
Além disso, nada impede uma pessoa omnívora de fazer uma maioria de refeições vegetarianas. 
 
Sobre o assunto, transcrevo o artigo publicado hoje em vários meios de comunicação social, referindo um estudo comparativo efetuado pela ZERO -  Associação Sistema Terrestre Sustentável:



 
Os portugueses consomem 4,4 vezes mais carne, ovos e pescado que o necessário, o que prejudica a saúde, o ambiente e o orçamento familiar, alertaram hoje os ambientalistas da Zero, defendendo a opção por leguminosas.
 
Imagem daqui
Verificamos que os portugueses consomem 4,4 vezes acima daquilo que seria necessário deste componente, da carne, ovos e pescado", disse à agência Lusa Susana Fonseca, da Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero.
 
Num ano, "devíamos consumir à volta de 33 quilogramas do conjunto de carne, ovos e pescado e estamos a consumir muito acima disso, cerca de 178 quilogramas, portanto 145 quilogramas a mais", avançou a especialista, e realçou que, na saúde, "o excesso de proteína causa vários problemas, e não é de todo benéfico em termos ambientais".
 
No final deste Ano Internacional das Leguminosas, e numa época festiva "que tende a propiciar exageros de alimentação", a Zero analisou as recomendações da Direção Geral de Saúde para o consumo de carne, ovos e pescado e comparou com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre as quantidades destes produtos na alimentação dos portugueses.
 
"Para produzir uma quilocaloria de carne de vaca, por exemplo, precisamos de 174 quilocalorias", principalmente de alimentos para os animais, "o que é mais do que o necessário quando são consumidos alimentos vegetais e leguminosas", justificou Susana Fonseca.
 
Também no consumo de carne, o impacto em termos de consumo de água é 100 vezes superior àquele que é necessário para produzir leguminosas, além de implicar mais emissões de metano, um gás com efeito de estufa que agrava as alterações climáticas.
 
As leguminosas, como feijão, grão, lentilhas, favas ou ervilhas, fazem parte da dieta mediterrânica e da cultura gastronómica portuguesa, são, segundo a Zero, "uma excelente fonte de proteína e podem ser usadas como alternativa a este consumo de proteína animal".
 
Para o orçamento familiar, "fica mais caro [o uso de proteína animal], sabemos que a componente de proteína é das que acaba por ter mais peso" na despesa com a alimentação, especificou a especialista da Zero.
 
Assim, "estamos a desperdiçar dinheiro, estamos a consumir proteína que nos está a fazer mal, está a fazer mal ao ambiente e está a retirar-nos recursos financeiros", resumiu. ...»

Fonte e artigo completo em: Noticias ao Minuto.  Também em RR e Correio da Manhã

Ver comunicado da ZERO em: CONSUMO DE CARNE, OVOS E PESCADO É INSUSTENTÁVEL/